Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul
- Autores
- Barahona Segovia, Rodrigo; Morales, Carolina Laura
- Año de publicación
- 2022
- Idioma
- portugués
- Tipo de recurso
- parte de libro
- Estado
- versión publicada
- Descripción
- Desde tempos imemoriais, o ser humano tem contribuído para a movimentação de outros seres vivos entre diferentes regiões da terra, introduzindo espécies em novos lugares, onde são consideradas não nativas ou exóticas. Algumas introduções são voluntárias, por exemplo, para fins produtivos (plantações, abelhas melíferas), enquanto outras são acidentais (abelhas carpinteiras, sementes de silos). A maioria das espécies introduzidas não consegue sobreviver em uma nova região, porém, algumas delas conseguem sobreviver, reproduzir e se estabelecer, dando origem a populações persistentes e independentes do ser humano. Quando essas espécies se dispersam atingindo abundâncias consideráveis, elas se tornam invasoras e podem causar problemas para a biodiversidade e para as próprias pessoas. Em nossa região, temos várias espécies de abelhas exóticas (alguns exemplos na Tabela 1 e Figura 1). Embora a maioria seja solitária e introduzida acidentalmente, as abelhas exóticas invasoras mais importantes em termos de seus impactos são as abelhas sociais que foram introduzidas deliberadamente.
Fil: Barahona Segovia, Rodrigo. Universidad de Los Lagos; Chile
Fil: Morales, Carolina Laura. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - Patagonia Norte. Instituto de Investigaciones en Biodiversidad y Medioambiente. Universidad Nacional del Comahue. Centro Regional Universidad Bariloche. Instituto de Investigaciones en Biodiversidad y Medioambiente; Argentina - Materia
-
Biodiversidad
Ciencia
Aspectos Sociales - Nivel de accesibilidad
- acceso abierto
- Condiciones de uso
- https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/ar/
- Repositorio
.jpg)
- Institución
- Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
- OAI Identificador
- oai:ri.conicet.gov.ar:11336/202941
Ver los metadatos del registro completo
| id |
CONICETDig_458e05dc5ff4abec33a002a4a15dc95a |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:ri.conicet.gov.ar:11336/202941 |
| network_acronym_str |
CONICETDig |
| repository_id_str |
3498 |
| network_name_str |
CONICET Digital (CONICET) |
| spelling |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do SulBarahona Segovia, RodrigoMorales, Carolina LauraBiodiversidadCienciaAspectos Socialeshttps://purl.org/becyt/ford/1.6https://purl.org/becyt/ford/1Desde tempos imemoriais, o ser humano tem contribuído para a movimentação de outros seres vivos entre diferentes regiões da terra, introduzindo espécies em novos lugares, onde são consideradas não nativas ou exóticas. Algumas introduções são voluntárias, por exemplo, para fins produtivos (plantações, abelhas melíferas), enquanto outras são acidentais (abelhas carpinteiras, sementes de silos). A maioria das espécies introduzidas não consegue sobreviver em uma nova região, porém, algumas delas conseguem sobreviver, reproduzir e se estabelecer, dando origem a populações persistentes e independentes do ser humano. Quando essas espécies se dispersam atingindo abundâncias consideráveis, elas se tornam invasoras e podem causar problemas para a biodiversidade e para as próprias pessoas. Em nossa região, temos várias espécies de abelhas exóticas (alguns exemplos na Tabela 1 e Figura 1). Embora a maioria seja solitária e introduzida acidentalmente, as abelhas exóticas invasoras mais importantes em termos de seus impactos são as abelhas sociais que foram introduzidas deliberadamente.Fil: Barahona Segovia, Rodrigo. Universidad de Los Lagos; ChileFil: Morales, Carolina Laura. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - Patagonia Norte. Instituto de Investigaciones en Biodiversidad y Medioambiente. Universidad Nacional del Comahue. Centro Regional Universidad Bariloche. Instituto de Investigaciones en Biodiversidad y Medioambiente; ArgentinaCuboPirani Ghilardi Lopes, NataliaZattara, Eduardo Enrique2022info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/bookParthttp://purl.org/coar/resource_type/c_3248info:ar-repo/semantics/parteDeLibroapplication/pdfapplication/pdfapplication/pdfhttp://hdl.handle.net/11336/202941Barahona Segovia, Rodrigo; Morales, Carolina Laura; Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul; Cubo; 2022; 31-36978-65-86819-21-2CONICET DigitalCONICETporinfo:eu-repo/semantics/altIdentifier/url/https://www.editoracubo.com.br/978-65-86819-21-2/info:eu-repo/semantics/altIdentifier/doi/10.4322/978-65-86819-21-2.100001.esinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/ar/reponame:CONICET Digital (CONICET)instname:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas2026-02-20T15:01:20Zoai:ri.conicet.gov.ar:11336/202941instacron:CONICETInstitucionalhttp://ri.conicet.gov.ar/Organismo científico-tecnológicoNo correspondehttp://ri.conicet.gov.ar/oai/requestdasensio@conicet.gov.ar; lcarlino@conicet.gov.arArgentinaNo correspondeNo correspondeNo correspondeopendoar:34982026-02-20 15:01:21.212CONICET Digital (CONICET) - Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicasfalse |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul |
| title |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul |
| spellingShingle |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul Barahona Segovia, Rodrigo Biodiversidad Ciencia Aspectos Sociales |
| title_short |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul |
| title_full |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul |
| title_fullStr |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul |
| title_full_unstemmed |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul |
| title_sort |
Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul |
| dc.creator.none.fl_str_mv |
Barahona Segovia, Rodrigo Morales, Carolina Laura |
| author |
Barahona Segovia, Rodrigo |
| author_facet |
Barahona Segovia, Rodrigo Morales, Carolina Laura |
| author_role |
author |
| author2 |
Morales, Carolina Laura |
| author2_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Pirani Ghilardi Lopes, Natalia Zattara, Eduardo Enrique |
| dc.subject.none.fl_str_mv |
Biodiversidad Ciencia Aspectos Sociales |
| topic |
Biodiversidad Ciencia Aspectos Sociales |
| purl_subject.fl_str_mv |
https://purl.org/becyt/ford/1.6 https://purl.org/becyt/ford/1 |
| dc.description.none.fl_txt_mv |
Desde tempos imemoriais, o ser humano tem contribuído para a movimentação de outros seres vivos entre diferentes regiões da terra, introduzindo espécies em novos lugares, onde são consideradas não nativas ou exóticas. Algumas introduções são voluntárias, por exemplo, para fins produtivos (plantações, abelhas melíferas), enquanto outras são acidentais (abelhas carpinteiras, sementes de silos). A maioria das espécies introduzidas não consegue sobreviver em uma nova região, porém, algumas delas conseguem sobreviver, reproduzir e se estabelecer, dando origem a populações persistentes e independentes do ser humano. Quando essas espécies se dispersam atingindo abundâncias consideráveis, elas se tornam invasoras e podem causar problemas para a biodiversidade e para as próprias pessoas. Em nossa região, temos várias espécies de abelhas exóticas (alguns exemplos na Tabela 1 e Figura 1). Embora a maioria seja solitária e introduzida acidentalmente, as abelhas exóticas invasoras mais importantes em termos de seus impactos são as abelhas sociais que foram introduzidas deliberadamente. Fil: Barahona Segovia, Rodrigo. Universidad de Los Lagos; Chile Fil: Morales, Carolina Laura. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - Patagonia Norte. Instituto de Investigaciones en Biodiversidad y Medioambiente. Universidad Nacional del Comahue. Centro Regional Universidad Bariloche. Instituto de Investigaciones en Biodiversidad y Medioambiente; Argentina |
| description |
Desde tempos imemoriais, o ser humano tem contribuído para a movimentação de outros seres vivos entre diferentes regiões da terra, introduzindo espécies em novos lugares, onde são consideradas não nativas ou exóticas. Algumas introduções são voluntárias, por exemplo, para fins produtivos (plantações, abelhas melíferas), enquanto outras são acidentais (abelhas carpinteiras, sementes de silos). A maioria das espécies introduzidas não consegue sobreviver em uma nova região, porém, algumas delas conseguem sobreviver, reproduzir e se estabelecer, dando origem a populações persistentes e independentes do ser humano. Quando essas espécies se dispersam atingindo abundâncias consideráveis, elas se tornam invasoras e podem causar problemas para a biodiversidade e para as próprias pessoas. Em nossa região, temos várias espécies de abelhas exóticas (alguns exemplos na Tabela 1 e Figura 1). Embora a maioria seja solitária e introduzida acidentalmente, as abelhas exóticas invasoras mais importantes em termos de seus impactos são as abelhas sociais que foram introduzidas deliberadamente. |
| publishDate |
2022 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2022 |
| dc.type.none.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion info:eu-repo/semantics/bookPart http://purl.org/coar/resource_type/c_3248 info:ar-repo/semantics/parteDeLibro |
| status_str |
publishedVersion |
| format |
bookPart |
| dc.identifier.none.fl_str_mv |
http://hdl.handle.net/11336/202941 Barahona Segovia, Rodrigo; Morales, Carolina Laura; Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul; Cubo; 2022; 31-36 978-65-86819-21-2 CONICET Digital CONICET |
| url |
http://hdl.handle.net/11336/202941 |
| identifier_str_mv |
Barahona Segovia, Rodrigo; Morales, Carolina Laura; Abelhas exóticas invasoras no sul da América do Sul; Cubo; 2022; 31-36 978-65-86819-21-2 CONICET Digital CONICET |
| dc.language.none.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/altIdentifier/url/https://www.editoracubo.com.br/978-65-86819-21-2/ info:eu-repo/semantics/altIdentifier/doi/10.4322/978-65-86819-21-2.100001.es |
| dc.rights.none.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/ar/ |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/ar/ |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf application/pdf application/pdf |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Cubo |
| publisher.none.fl_str_mv |
Cubo |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:CONICET Digital (CONICET) instname:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| reponame_str |
CONICET Digital (CONICET) |
| collection |
CONICET Digital (CONICET) |
| instname_str |
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| repository.name.fl_str_mv |
CONICET Digital (CONICET) - Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| repository.mail.fl_str_mv |
dasensio@conicet.gov.ar; lcarlino@conicet.gov.ar |
| _version_ |
1857677184155516928 |
| score |
12.9253 |